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Val do Ellas (mix)

Minderico

Alexandrino – Fotógrafo

Alexandrinas – Fotografias (do nome de um fotógrafo que durante anos tirou fotos ” à la minuta ” na Feira de Sant’Ana

Alhandra(O de …) – O lume ; o fósforo ; uma fogueira – O de Alhandra preto=carvão

Alhoa – Praga ( Jordou pela d’el rei na piação da Alhoa = seguiu pela estrada a rogar pragas )

Alqueire ancho – Moio ; o equivalente a sessenta alqueires

Alvaiázere(Os de…) – Os sinos(vid. Brogueiros): eram feitos numa povoação chamada Boca da Mata, do concelho de Alvaiázere

Amarelas da Ribeira – Nêsperas ( da povoação com este nome , do concelho de Torres Novas

Amarino – Militar ( do nome dum sargento de cavalaria,filho do prof.Costa Ferreira)

Âmbria – Fome ( do espanhol hambra )

Ambrosiar – Pensar ; cismar

Ambrósio – Pessoa pensativa ou cismática

América(Um da…) – Um camião ; um autocarro

Amora(A da…) – A garrafa

Ana Maria – Doença de pele

(mais informação)

Os dialectos portugueses – registos sonoros

http://cvc.instituto-camoes.pt/hlp/geografia/mapa06.html

Fronteiras

(ou, tamén, na súa versión humorística)

Dicionario de ausencias (Arousa)

-Aguamorta: termo de uso na ría de Arousa para referirse ás medusas.

-Aguiuncho: cría de aguia, falcón pequeno.

-Alvado: vara do raño ou rasto. No e-Estraviz recóllese a entrada como cavidade onde entra o mango das ferramentas. (Tamén referido ás varas do raño, ver a entrada “xunguiño”).

-Avión: xogo de rapazas moi semellante ao “trúquel”, pero con outro debuxo no chan diferente.

-Azougar: axordar, causar desconcerto ou turbación a alguén por efecto dun berro ou dun ruído moi forte.

Micronacións e microestados

Micronations — sometimes also referred to as model countries and new country projects — are entities that pretend to be independent nations or states but which are unrecognized by world governments or major international organizations. These nations often exist only on paper, on the Internet, or in the minds of their creators. [Wikipedia]

[Principado de Sealand]

A microstate or ministate is a sovereign state having a very small population or very small land area, but usually both. Some examples include: Nauru, Singapore, Liechtenstein, Monaco, and Vatican City. [Wikipedia]

[Nauru]

Galegos de cá e lá

“Galegos de cá e lá”, um documentário de Júlia Fernandes, que se debruçou sobre as aldeias galegas.
A fronteira entre Trás-os-montes e a Galiza foi sendo ajustada ao longo dos séculos. O primeiro grande acordo fronteiriço com os espanhóis foi o tratado de Alcanizes assinado por D.Dinis. Mas, desde então mantiveram-se algumas dúvidas sobre pequenos áreas e aldeias cuja a situação era menos clara.
Vizinhos galegos e portugueses nunca se importaram muito com a situação…umas vezes pertenciam a um lado, outras mudavam de posição, mas, no fundo eram todos parentes, a História está aí para prová-lo.
Até que, há pouco mais de cento e quarenta anos, pelo “Tratado de Lisboa”, o estado português e o estado espanhol acordaram numa divisão fronteiriça mais científica, mais apoiada em mapas, a mesma que persiste até hoje.
Mas, entre Trás os Montes e a Galiza, uma região pequena mas muito próspera – o couto misto – viu completamente alterada a sua vida. O couto era constituído por três aldeias e conservava desde a Idade Média uma série de privilégios, um dos quais era não pertencer nem a Espanha nem a Portugal.
Na partilha, o couto misto foi extinto, ficou integrado em Espanha por troca de três aldeias, ditas promíscuas (com população galega e portuguesa), situadas junto a linha fronteiriça e que passaram integralmente para Portugal.
Actualmente, a prosperidade do couto é apenas uma recordação e as aldeias do lado de cá e do lado de lá da fronteira padecem do mesmo mal: a desertificação.

Galegos de Cá e Lá é um documentário de Maria Júlia Fernandes com imagem de Carlos Oliveira, edição video de Mário Rui Miranda, som de António Garcia e produção de Ana Lucas e Lila Lacerda.

[web da RTP. Próxima exibicão, 15/01/2010]

[mais informação em Infinito's]

Mercator

Proxección de Mercator, unha de tantas proxeccións cartográficas, moi utilizada, pero con notables problemas.

Independence Day

In 1989 Lumbfoot declared independence from the rest of the UK following a dispute between residents of Lumbfoot and residents of the nearby village, Stanbury. The Lumbfoot residents, led by Louis Shepherd, erected a road barrier and signs declaring independence, and used two stone outbuildings (former privies) as a ‘douane’ and a ‘gendarmerie’. This declaration of independence was reported in the county newspaper, the Yorkshire Post.

As part of the independence declaration, Lumbfoot was twinned with Lhasa, Tibet. The signpost shown in the photograph reads ‘Lumbfoot, twinned with Lhasa, Tibet’ and indicates the current number of residents – human, dogs (muttleys) and cats (moggies).

[Wikipedia. Máis información en El ventanuco de Ucedaman]

A Nosa Fala: Bloques e Áreas Lingüísticas do Galego

Este audiolibro é unha dialectoloxía oral, con textos de diferentes xeracións de falantes, rexistrados entre mediados dos anos 70 e mediados dos 90 do pasado século. Atendendo a criterios extralingüísticos, procurouse que a temática da escolma fose o máis variada posible, que fose amena para estudantes e ensinantes de lingua galega, mais tamén de posible utilidade para un etnógrafo, un historiador ou un sociólogo interesados pola Galicia anónima, a de onte e a de hoxe.

Os temas tratados son moi diversos co fin de dar unha imaxe real dalgunhas das moitas Galicias existentes. Nos textos fálase da pesca e do marisqueo no Cantábrico, na Costa da Morte ou na ría da Arousa, da pesca no banco canario-sahariano e de como se cultiva o viño en Mondariz e en Amandi ou os tomates no Rosal. Trátase a guerra do 36 na comarca compostelá e a dura posguerra, con historias do contrabando no Baixo Miño ou sobre os portugueses que viñan á seitura á arraiana terra da Mezquita.

Fálase da rapa das bestas de Sabucedo, das muiñadas, das ruadas e doutras diversións da mocidade de antes, do entroido e da mata do porco, do liño e das fiadas, pero tamén da irrupción de novos inventos como o fax, da limpeza das praias e dos incendios forestais. Tamén está presente a “Galicia irredenta” dos vellos galeguistas, con textos do Eo-Navia, O Bierzo e As Portelas.